miércoles 23 de noviembre de 2011

CSLusoVen: Código Deontológico do Jornalista



Código Deontológico dos Jornalistas


Documento aprovado em 4 de Maio de 1993, em Assembleia Geral do Sindicato de Jornalistas, e que tem como objectivo estabelecer as regras e princípios pelos quais o jornalista se deve orientar no exercício da sua função. Neste contexto, incumbe, nomeadamente, ao jornalista relatar os factos com rigor e exactidão, combater a censura e o sensacionalismo, utilizar meios leais para obter informações, assumir a responsabilidade por todos os seus trabalhos e actos profissionais, identificar correctamente as fontes, presumir a inocência dos arguidos até trânsito em julgado da sentença, não fazer qualquer discriminação em função de cor, raça, religião, nacionalidade ou sexo, respeitar a privacidade dos cidadãos, salvo quando esteja em causa interesse público, e recusar funções e tarefas susceptíveis de pôr em causa a sua independência e integridade profissional.


Código Deontológico do Jornalista
Aprovado em 4 de Maio de 1993

Os jornalistas portugueses regem-se por um Código Deontológico que aprovaram em 4 de Maio de 1993, numa consulta que abrangeu todos os profissionais detentores de Carteira Profissional. O texto do projecto havia sido preliminarmente discutido e aprovado em Assembleia Geral realizada em 22 de Março de 1993.

1. O jornalista deve relatar os factos com rigor e exactidão e interpretá-los com honestidade. Os factos devem ser comprovados, ouvindo as partes com interesses atendíveis no caso. A distinção entre notícia e opinião deve ficar bem clara aos olhos do público.

2. O jornalista deve combater a censura e o sensacionalismo e considerar a acusação sem provas e o plágio como graves faltas profissionais.

3. O jornalista deve lutar contra as restrições no acesso às fontes de informação e as tentativas de limitar a liberdade de expressão e o direito de informar. É obrigação do jornalista divulgar as ofensas a estes direitos.

4. O jornalista deve utilizar meios leais para obter informações, imagens ou documentos e proibir-se de abusar da boa-fé de quem quer que seja. A identificação como jornalista é a regra e outros processos só podem justificar-se por razões de incontestável interesse público.

5. O jornalista deve assumir a responsabilidade por todos os seus trabalhos e actos profissionais, assim como promover a pronta rectificação das informações que se revelem inexactas ou falsas. O jornalista deve também recusar actos que violentem a sua consciência.

6. O jornalista deve usar como critério fundamental a identificação das fontes. O jornalista não deve revelar, mesmo em juízo, as suas fontes confidenciais de informação, nem desrespeitar os compromissos assumidos, excepto se o tentarem usar para canalizar informações falsas. As opiniões devem ser sempre atribuídas.

7. O jornalista deve salvaguardar a presunção da inocência dos arguidos até a sentença transitar em julgado. O jornalista não deve identificar, directa ou indirectamente, as vítimas de crimes sexuais e os delinquentes menores de idade, assim como deve proibir-se de humilhar as pessoas ou perturbar a sua dor.

8. O jornalista deve rejeitar o tratamento discriminatório das pessoas em função da cor, raça, credos, nacionalidade ou sexo.

9. O jornalista deve respeitar a privacidade dos cidadãos excepto quando estiver em causa o interesse público ou a conduta do indivíduo contradiga, manifestamente, valores e princípios que publicamente defende. O jornalista obriga-se, antes de recolher declarações e imagens, a atender às condições de serenidade, liberdade e responsabilidade das pessoas envolvidas.

10. O jornalista deve recusar funções, tarefas e benefícios susceptíveis de comprometer o seu estatuto de independência e a sua integridade profissional. O jornalista não deve valer-se da sua condição profissional para noticiar assuntos em que tenha interesses.


CSLusoVen: Ser Periodista es...



Ser Periodista es:
- Es trabajar por la verdad, buscarla y aproximarse a ella por encima de los prejuicios propios y ajenos.
- Es informar a la comunidad de los hechos que merecen ser convertidos en noticias.
- Es dar a conocer acontecimientos de interés público después de analizar y valorar muy bien los datos que se poseen.
- Es tener prudencia de no precipitarse y averiguar muy bien por la validez de fuentes de información.
- Es decir las cosas de forma que sean los hechos los que hablen y no se note lo que piensa quien redacta la noticia.
- Es preferible escuchar mucho a hablar mucho: dos oídos – el doble de lo que se habla – una sola boca – es norma de sentido común.
- Es no convertir en risa lo que es causa de dolor, ni tristeza lo que es motivo de alegría.
- Es saber que la calumnia es siempre una acusación falsa hecha maliciosamente y que difamar es atentar contra la honra ajena aunque sea cierto lo que dice.
- Es callar cuando con hablar los daños para las personas y la sociedad, pueden ser peores.
- Es averiguar por si mismo y no repetir las cosas oídas sin verificarlas.
- Es amar la exactitud y la imparcialidad.
- Es hablar y escribir con claridad, brevedad y corrección.
- Es no mezclar nunca la información con las propias opiniones.
- Es respetar el derecho del público a ser informado verazmente.
- Es procurar no usar adjetivos al redactar las noticias, porque un adjetivo puede acabar con la objetividad.
- Es renunciar a la pasión política y a las emociones que enturbian la información.
- Es saber preguntar y saber recoger las respuestas sin permitir que la información invente o deforme. Es ayudar a clarificar problemas y no ayudar a crear más problemas.
- Es estar en actitud de aprender siempre, el estudio es el mejor respaldo para oír, ver y escribir mejor.
- Es ser respetuoso con todas las personas cualesquiera que sea su edad, su condición o su papel en la sociedad.
- Es no condenar antes de que lo hagan los jueces.
- Es procurar que el bien sea noticia. Es dominar la técnica de un oficio y perfeccionarse en ellas como artesano en el manejo de sus herramientas.
- Es poseer una cultura general que dé una visión adecuada de la vida, del mundo y de la sociedad en que vive.
- Es distinguir muy bien entre actualidad, novedad e interés de información.
- Es no ceder a la tentación de poder de la información para someter o explotar a otros.
- Es tener conciencia de las limitaciones personales y aceptar la ayuda de sus colegas, por aquello de que cuatro ojos ven siempre más que dos.
- Es luchar contra la vanidad de verse u oírse en letra impresa, en sonido o en imagen.
- Es guardar celosamente lo que se confía en reserva.
- Es no perder la costumbre de rectificar las equivocaciones cometidas.
- Es disciplinar constantemente la inteligencia, venciendo la pereza.
- Es tener como respaldo seguro una actitud ética como base en una conciencia cierta y recta.
- Es fomentar la curiosidad por cosas y personas y desarrollar un espíritu crítico que razone y argumente.
- Es no fiarse solamente de la propia experiencia, pues siempre pueden hacer mejor las cosas y siempre hay personas que saben más que uno.
- Es no despreciar el orden que, a veces, parece ser enemigo del oficio.
- Es amar y respetar la libertad de los demás para poder vivir con libertad la propia misión.
- En contribuir a crear una opinión pública al servicio de toda la sociedad y no de unos determinados grupos o sectores. Es trabajar siempre en el bien común y no en el provecho personal.
- Es tener una pasión que dura toda la vida.